O sangue escorria e meus pensamentos gritavam “mais um trago neste cigarro, mais um gole neste whisky”, o sangue escorria e meus pensamentos gritavam “saudade acumulada, nostalgia doídas, magoas atravessadas, mentiras perfeitamente doloridas”, o sangue escorria e meus pensamentos gritavam “mas e agora, pelo que estou vivendo? Porque estou sobrevivendo?” e o sangue escorria, mas dentre toda a escuridão e quietude, um coração palpitou quase que na velocidade da luz, e assim se pronunciava “não é em vão, viver, nada é em vão.”